18 de março de 2010

Desânimo

Vivo um momento complicado na minha vida. Sem garota, sem amigos. Minha vida se transformou numa rotina estafante, sem graça, sem sal. Preciso me divertir. Quero viver uma vida emocionante. Chutei o balde no regime. É difícil continuar sem apoio. Eu esquento a cabeça por problemas pequenos. Minha auto-estima tem a profundidade de um pires cheio de água. Aí quando fico mal acabo descontando na comida, não que eu coma pra canário, mas fico comendo bobageira, pedindo lanche e pra piorar isso é caro, acabo gastando uma grana, sendo que poderia poupar.

Cadê os amigos numa hora dessas? Estão pouco se lixando. É difiçil começar do zero, conhecer novas pessoas à essa altura do campeonato e estabelecer um vínculo forte com elas . Quero dar a volta por cima, mostrar às pessoas que duvidaram de mim e que me deixaram pra baixo, que não estou derrotado. Alguém pode indagar que sou infeliz, mas creio que apenas estou  vivendo um momento difícil.

Achei um rumo pra minha vida. Vou fazer cursinho, não pra vestibular, pra concurso mesmo. Preciso estudar, estou enferrujado. Ter um objetivo já é um alento. Mas retomando o assunto, às vezes acho que minha vida vai ser essa chatice pra sempre. Até quando? Despeço-me com a música Dreams do Cranberries. É uma música muito bonita que transmite bem o que estou passando, nem tanto pela letra, mas pela melodia em si. Música pra ser sentida.

15 de março de 2010

Planos

Estive ausente esse tempo todo, pois semana passada trabalhei três dias consecutivos de madrugada. Quando você trabalha 12h no dia, você chega em casa, dorme e quando acorda já está quase na hora de ir trabalhar novamente. Além de que tive que fazer várias coisas no centro, contas pra pagar, médico. Por isso, fiquei sem escrever por uma semana.

Nossa, já estamos na metade de março, o tempo passou num piscar de olhos. E não fiz nada, além de trabalhar. Não quero que se repita igual ano passado, porém a diferença é que ano passado eu estava enfrentando alguns probleminhas (saúde) que estavam me atrapalhando bastante, como contei no post da retrospectiva.

Três motivos me impedem de fazer cursinho. Grana, já que agora tenho um carro pra pagar. Tempo (que se passou), pois as aulas já começaram e por último (e o mais importante) eu não sei o que fazer. Mas quem disse que preciso fazer outra faculdade? Eu tenho outros planos pra esse ano, como investir em algo.

Não quero ficar parado. Meu serviço é manual e quero trabalhar com algo que use mais o intelecto, o conhecimento. Meu salário atende minhas necessidades do momento, com o carro, fica um pouco apertado, é verdade, pois além da parcela, você tem gastos indiretos, como gasolina. Mas é um salário pra uma pessoa solteira. Tenho planos para o futuro. E para isso é necessário estudo.

Para o momento pretendo investir no mercado financeiro e estudar paralelamente (ou mais pra frente). É necessário agir, já tenho uma faculdade. Fazer outra não é garantia de nada, é um tiro no escuro, ainda mais no meu caso, que não sei o que quero. Só vou fazer outra faculdade quando tiver certeza que é isso que quero. Estou pensando unicamente no presente, já que não sei se vai dar certo. Tomara, que sim ;)

Porque tenho que fazer outra faculdade? Todo mundo quer fazer faculdade como se isso fosse a única solução, a última alternativa. Existem outros caminhos. Tem pessoas que se formam e não sabem o que fazer depois, outras não se sentem realizadas profissionalmente. No entanto existem pessoas empreendedoras, que tem visão de negócio, sendo que muitas nem faculdade possuem.

Faculdade é um investimento, no qual, você pode colher frutos ou não no futuro. Não deixa de ser um tiro no escuro. O momento exige atitudes, não tenho mais tempo pra isso. Vou por em prática o Plano B.

8 de março de 2010

Parabéns, mulheres!

Parabéns mulheres! Vocês fazem toda a diferença. São essenciais, nos completam, fazem nossa vida mais feliz. Atrás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher. Parabéns pelo seu dia. Continuem, cada vez mais conquistando seu lugar na sociedade. Igualdade entre os sexos. É o que deve assegurar uma sociedade justa.

2 de março de 2010

“Livro não é papel” Viva o Kindle!

Eu começei esse post, usando uma frase do André Kenji que sintetiza bem o que um livro significa. Conteúdo. Para vocês entenderem aonde quero chegar, preciso falar do Kindle, o causador dessa revolução. Quando a Amazon lançou o Kindle no final de 2007, ela estava prestes a revolucionar o mercado de livros. Mas afinal o que é o Kindle? É um leitor de livros eletrônicos criado pela Amazon. E por que é tão revolucionário? Porque usa uma tecnologia chamada e-ink (tinta eletrônica) que não cansa os olhos, ao contrário de qualquer tela de LCD, usada em monitores e celulares. A tela do Kindle não cansa à vista, pois não emite luz. É como você estivesse lendo um livro de verdade. Duvidam? Então vejam a fotos a seguir.

Clique nas imagens para ampliá-las (retiradas do blog Garota Sem Fio)

A bateria do e-book reader da Amazon chega ter uma duração de três semanas, pois ela só é usada no momento de virar uma página. Você pode deixar o e-book ligado numa página estática que ele não consume bateria. Isso se deve a incrível tecnologia da tinta eletrônica. O Kindle tem o tamanho de um livro convencional e possuiu um teclado físico para fazer anotações e destacar trechos importantes caso o leitor queira.

Em fevereiro de 2009, a Amazon lança o Kindle 2, trazendo melhorias, quanto a performance, bateria, tela com mais cores em tons de cinza e maior capacidade, em novembro é lançado sua versão internacional, antes restrito apenas aos Estados Unidos. Em maio do mesmo ano é lançado o Kindle DX, a única diferença dele para o original é sua tela, bem maior, destinada à leitura de jornais e revistas. O Kindle é integrado com a loja da Amazon e graças a rede Whispernet, permite (em teoria) comprar livros de qualquer lugar, seja no parque, shopping, ônibus, etc. Em teoria, porque no Brasil, não é em todos lugares que essa rede está disponível. Você não paga nada por usar essa conexão. Em qualquer lugar, você pode comprar seus livros. Isso sim que é mobilidade! O aparelho tem uma capacidade para armazenar uma centena de livros. Sua coleção cabe na mochila. Pense na quantidade de peso inútil que você deixará de carregar consigo.

Agora que já apresentei o Kindle, posso chegar onde quero. O livro digital só traz benefícios. Pense na quantidade de árvores que deixarão de ser cortadas. Nos gases poluentes, resultantes da produção do papel, que deixarão de ser emitidos na atmosfera e que contribuem para o efeito estufa. Eu nunca gostei de papel. Papel é algo inútil, que só ocupa espaço e junta ácaro. O papel me deixa desorganizado e faz mal pro meu nariz, já que tenho renite.

Tem pessoas que torcem o nariz para o livro digital. “Ah nada como folhear um livro, virar as páginas, sentir o cheirinho de papel”. Parecem que tem fetiche por papel! Livro não é papel, como bem lembrou o André Kenji. É conteúdo! Mas atrás desse discurso, como argumenta Kenji, se esconde um víes elitista. Os amantes de papel, precisam ostentar na sala, uma estante abarrotada de livros à mostra, pois isso siginifica “status”. O “status” de ser intelectualmente superior, de ser inteligente, bullshit!, o que um leitor de livros digitais não ostenta.

Agora quem está desencentivando os consumidores à comprar e-books são as editoras. Elas alegam que as livarias vão desparecer. E começaram a sobretaxar os livros digitais, que antes custavam a metade do preço dum livro convencional e que agora estão custando até mais que um livro de papel, o que é um absurdo. Elas não querem perder seus lucros gordos e estão explorando o quanto podem antes que os e-books tomem de vez o gosto do público. Isso não vai funcionar, é uma revolução sem volta, assim como aconteceu com a música digital.

Sim, você já viu esse mimimi antes, lá no começo dos anos 2000, quando as gravadoras, bateram o pé e esperneram contra a música digital. Os consumidores não estavam mais dispostos a comprar um CD apenas pra ouvir uma ou no máximo duas músicas que gostavam. Eles queriam comprar a própria faixa. O mercado mudou, o velho modelo lucrativo (e injusto) das gravadoras foi por água abaixo. No Brasil, não existe ainda uma loja de músicas online, como a iTunes Store. As pessoas que compram CD hoje no Brasil, ripam o CD para ouvirem no seu MP3 player e depois jogam a mídia física no lixo. A mídia física se tornou inútil. O CD morreu, mas nasceu o mercado da música digital. Assim como o dos livros eletrônicos. As livrarias não vão morrer, assim como hoje, existem amantes dos LPs, CDs e DVDs. Os livros convencionais ficarão restritos à um nicho específico de mercado. As editoras estão insistindo no mesmo erro que as as gravadoras cometeram no passado, o de tentar impor um velho modelo de negócio que não funciona mais. Hello! As pessoas querem comprar livros digitais!

Fontes:

Wikipedia (en)
Dissidência – “Livro não é papel”
Garota Sem fio – “Review Kindle” (imagens)

1 de março de 2010

Songbird, um tocador de músicas, efeciente no gereciamento de sua coleção

O Rhythmbox sempre foi  meu mídia player favorito no Ubuntu. Player este que acho excelente. O Rhythmbox por padrão vem com um plugin que mostra as capas dos álbuns. Se você tem uma biblioteca de músicas bem organizada é excelente, já que ele mostra as capinhas de acordo com as ID3 tags. No entanto, ele apenas mostra, mas não associa a capinha ao arquivo de áudio.

Então fui atrás de um plugin que fizesse isso. Pesquisei e encontrei um  plugin que baixa as capinhas usando o Google Images como referência. Ele mostra uma barra lateral no Rhythmbox com várias capinhas e daí você escolhe uma. Maravilha! Até eu descobrir que essa funcionalidade só se extende ao Rhythmbox. Se você for ouvir em outro player ou no iPod você não verá capa nenhuma.

Queria contornar esse problema. E apesar de considerar o Rhythmbox um excelente player, alguns aspectos da sua interface me desagradam, como a edição das ID3 tags. Foi aí que resolvi experimentar o Songbird. Até então, não havia experimentado esse player por receio, já que sua interface é baseado na engine do Firefox. E o Firefox é lento e pesado, e por associação, achei que o Songbird também o seria já que usa o mesmo “DNA” por assim dizer. Mas não. Enganei-me. O player é bem leve. Com suas licenças, deixem-me apresentá-lo primeiro.

A interface do Songbird é bonita e bem intuitiva. Seu visual lembra muito o iTunes. Mas ao contrário desse, não é pesado e

nem difícil de se usar. Ao lado esquerdo do tocador é mostrada as playlists, por padrão são quatro: melhor avaliado, mais escutado, adicionado recentemente e recentemente escutado. Que são montadas de acordo com o uso. Mas nada te impede de criar suas próprias playlists. Embaixo das playlists é mostrada a capa do álbum. Do lado direito, é mostrada as informações das músicas dividas em: gênero, artista, álbum e uma com todas essas informações, além do título.

Voltando as capinhas, é bem fácil adicioná-las no Songbird. É só arrastar e soltar na área destinada a ela. E você pode fazer isso do próprio browser, sem precisar salvar a imagem antes. Fantástico! Todos os navegadores possuem esse recurso de arrastar e soltar imagens, exceto o Internet Explorer (para variar né!). Eu gosto muito desse recurso e lembra bastante o Windows Media Player 11, um dos primeiros mídia players que vi utilizar esse método de arrastar e soltar capinhas. Muito útil. A única desvantagem é que você tem que procurar as capas manualmente, ele não baixa da internet. Em contrapartida, a capa do álbum é exibida em qualquer outro tocador e no iPod também ;)

Gostei muito da forma que o Songbird organiza as ID3tags, muito melhor do que o Rhythmbox. Em suma, o Songbird é um mídia-player que você precisa conhecer. É leve, possui uma interface bonita, intuitivo de usar e eficiente na hora de organizar sua biblioteca de músicas. O programa tem versões para Windows, Mac e Linux.

Songbird

Songbird em ação

1 de março de 2010

Considerações sobre amizade

Domingo à noite. Hora de organizar à agenda. Passei alguns dias sem postar, porque estava organizando o blog e isso consome um bom tempo. Outro motivo de estar ausente é que ando com uma insônia lascada. Acordo cansado, com sono e não tenho vontade de escrever.

Estou sozinho. Fui excluído pela maioria (não por todos) dos que achavam que eram meus amigos. Hoje vejo, que a maioria sempre esteve mais pra colegas do que para amigos. E nesse tempo todo, não me liguei disso. Não digo todos, porque sei que tenho amigos de verdade que posso contar. Não que os demais sejam pessoas não confiáveis ou falsas. Nada disso. São gente boa. Mas foram apenas colegas. E existe uma grande diferença entre amigo e colega.

Pessoas com que não desenvolvi um laço de amizade significativo e que não possuo intimidade. Pessoas que estão juntas por uma afinidade em comum. Enfim, colegas. A questão é que estou fora do grupo. Não por opção. Fui esquecido, largado. Não quero me fazer de vítima, até porque odeio isso, mas é a realidade. Só acho que não merecia.

Não aconteceu briga, nada. A coisa foi se esfriando cada vez mais com o tempo. Acho que não mereço isso, porque nunca destratei ou magoei alguém. E se fiz algo de errado, me desculpei depois. E peço desculpas. Sempre me mostrei acessível para ajudar alguém. A questão é que nunca fui um fdp.

Não foram todos que me excluíram, eu tenho amigos de verdade e eles sabem que os considero de coração. Hoje, vejo que eles foram os “amigos-chave” que sempre me chamaram pra fazer as coisas, sendo que os demais foram apenas colegas que estavam ali na ocasião.

Fui sumariamente exclúido e deixado de escanteio do grupo. Não imaginava que um dia isso iria acontecer. De repente tudo desabou e do nada me vi sozinho, como uma pessoa que se perde numa grande metrópole. Perdido, sem orientação. Vou ter que começar do zero. Fazer novas amizades. É um momento difícil na minha vida, sem dúvida.

Passar as férias sozinho em casa é entediante. Ser excluído é uma dor que só quem passa sabe. Se isso aconteceu é porque foram alheios a situação. Desculpe se falei alguma coisa, minha intenção nunca foi magoar ninguém, mas é o que sinto, precisava limpar meu armário.

23 de fevereiro de 2010

Pequenas mudanças no tema

Fiz pequenas alterações no visual do blog. Primeiramente, retirei os gifs, buttons, etc. Acho que não “colam” mais. Não combinam com o conteúdo, além de que, passam uma ideia de que o blog não aparenta ser sério. Eles eram legais em 2003, quando comecei a blogar. Coloquei-os aqui justamente pra reviver esse clima de descontração, irreverência, herdados do “E eu com isso?”. Mas hoje definitivamente não combinam com o conteúdo, além de que ninguém mais usa isso. Dos buttons e gifs, só sobrou os contatos de e-mail, então rebatizei esse área do blog de “Contato”. Coloquei três botões na sidebar, Home, RSS e Twitter, visando facilitar o acesso à conteúdos. Também troquei o widget da Last.fm, o antigo era em flash, pesadão. O novo é bem mais leve e rápido de carregar. Então é isso, um post rápido, como se fosse um drops, para avisar dessas pequenas mudanças.